Throes + The Shine é um trio luso-angolano formado por Mob Dedaldino, MC e kudurista de Luanda, e pelos produtores e instrumentistas Igor Domingues e Marco Castro, naturais do Porto. Desde a sua formação em 2011, a banda tem-se destacado pelos seus concertos intensos e eletrizantes, deixando um rasto de suor e sorrisos por toda a Europa, América Latina, África e Ásia.
Ao longo da sua primeira década de existência, subiram aos palcos de alguns dos maiores festivais internacionais, mas o projeto vai muito além das performances ao vivo. Com uma discografia eclética, Throes + The Shine conta com seis álbuns de originais e uma série de singles repletos de colaborações com artistas de todo o mundo, refletindo uma evolução constante e uma identidade musical em permanente renovação.
Em 2026, a banda deu início a um novo capítulo com o lançamento do single “Gira”, antecipando o próximo álbum de estúdio, com edição prevista para o outono.
Se aventura, inovação e celebração são palavras que despertam entusiasmo, então Throes + The Shine são a banda certa para a próxima viagem.
PRESS
“A Portuguese-Angolan rock and kuduro fusion collective has collaborated with Buenos Aires’ La Yegros and the result is marvelous. Filled with buoyant steel pan sounds, “Guerreros” by Throes + The Shine screams carnival with the Argentine vocalist La Yegros singing a powerful hook in Spanish.”
Gina Vergel in Sounds and Colours
“A Eira foi depois protagonista do concerto que marcou todo o festival. Throes + The Shine, fizeram levantar poeira, num concerto em que não deu para ficar parado. (...) fazem a festa, trepam, saltam, vêm para o meio do povo, e voam. Servem rockuduro que faz transpirar. Foram gigante e provaram porque têm tocado tanto lá fora.”
Nuno Ávila sobre o concerto de Troes + the Shines no Bons sons in RUC
“Throes + The Shine has picked up on music’s traditional effect, and produced us a festive album that is poignant, loud, and intense. The intended festivity of the songs gets lost in translation, and instead it’s some of the sounds in the production that blows one’s mind the most and the polyrhythms that push one to feel amazed.”
Adorf Azulphar in Rythm Passport





