Kronos Quartet

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Kronos Quartet é uma das mais premiadas e importantes formações na área da música contemporânea, Com uma composição tradicional de quarteto de cordas - dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo - o Kronos Quartet tem explorado expressões muito distintas entre si, da música erudita de tradição europeia à música contemporânea, do jazz, da pop e do rock, à música tradicional, de diferentes áreas do globo. 


Com um reportório de luxo, distinguem-se como célula criativa da mais avançada música que se escreve no planeta. Nesse repertório, de largo espectro e fôlego (com mais de 60 discos editados), incluem-se peças sobre trabalho de artistas como Charles Mingus, Thelonious Monk, Jimi Hendrix, The Who’s, Sigur Rós, Carlos Paredes, entre tantas outras e tão distintas propostas. O Kronos Quartet de David Harrington, John Sherba, Hank Dutt e Sunny Yungin Yang, percorreu um longo caminho entre a mais avançada música erudita e a mais ancestral música do mundo, sempre com o mesmo rigor e espírito de aventura.

Na sua longa e extensa carreira de concertos, Kronos atuou ao vivo com Paul McCartney, David Bowie, Patti Smith, Allen Ginsberg, Jarvis Cocker, Zakir Hussain, Modern Jazz Quartet, Noam Chomsky, Rokia Traoré, Tom Waits, Rhiannon Giddens, Howard Zinn, Betty Carter, Van Dyke Parques, Caetano Veloso, kd lang, Amanda Palmer, Jherek Bischoff, The National, múm, e colaborou em gravações de artistas como Nine Inch Nails, Dan Zanes, Glenn Kotche, Dave Matthews Band, Angelique Kidjo e Dan Wilson. Na dança, os célebres coreógrafos Merce Cunningham, Paul Taylor, Twyla Tharp, Eiko & Koma e Paul Lightfoot e Sol León (Nederlands Dans Theatre) criaram peças com a música de Kronos. 

Em 2017 Kronos Quartet gravaram com o Trio Da Kali do Mali, “Ladilikan” um disco soberbo, considerado pela crítica como uma obra prima da música, e um dos melhores trabalhos da banda.

O seu mais recente álbum, "Landfall" (2018), foi feito em colaboração com Laurie Anderson, a partir da devastação do furacão Sandy, que atingiu Nova Iorque, em 2012. Um disco poderoso que mostra como a memória humana pode ser mais forte que a catástrofe.

 

 

PRESS

“Claro que toda a diversidade que o Kronos Quartet acolhe no seu reportório tem uma faceta que extrapola as meras escolhas artísticas. (...) Os músicos, acredita David Harrington, têm mais poder do que julgam. E têm o dever de “expandir imaginações, alargar os espectros das visões” que o público tem do mundo. Nos últimos 45 anos, o Kronos Quartet não tem feito outra coisa.”
Gonçalo Frota in Público

“É impressionante como recondicionam instantaneamente o ambiente da sala, como se o seu trabalho tratasse realmente de imagens. Ao longo dos temas executados, e também devido à electrónica surreal que sobrepõem aos instrumentos, imprimem um dramatismo cinemático na execução que subitamente lembra Hitchcock, sendo impossível presenciar a acutilância com que manejam os arcos sem que o espectador se recorde das facadas de “Psycho”.”
André Santos in JPN

“Kronos Quartet elevam a sua arte orquestral a níveis quase épicos, surgindo a voz dela (Laurie Anderson), sempre calorosa, mesmo quando é transformada digitalmente. (...) O resultado é uma longa odisseia — cerca de 70 minutos de sons e palavras — que resulta numa espécie de ritual circular, com subtis vínculos electrónicos guiados pelos teclados, filtros, samples, violino e voz de Laurie Anderson e pelos violinos e violoncelos dos Kronos Quartet, num contínuo sonoro com tanto de dramático quanto de encantador e apaziguador.”
Vitor Balenciano in Ipsilon