Francisco, el hombre

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BR  (Booking Europe)

Francisco, el hombre (Brasil) é música sul-americana… reinventada! Da mistura do Tropicalismo com rock e outros condimentos, nasceu uma corrente musical nómada e transcultural em forma de banda, ou o "Pachanga Folk"!

O nome é inspirado numa lendária personagem popular da cultura colombiana que andava pelas ruas a tocar acordeão. A sua música transita com suavidade entre o formato acústico e o elétrico, levando para o palco a fluidez de uma música nutrida pelas suas experiências pessoais e um sentimento universal latino-americano.

 O projeto nasceu a partir dos irmãos Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte, que cresceram a viajar o mundo, acompanhados pelos seus instrumentos. Fizeram das estradas das Américas, Europa e África o seu estúdio e encontraram a sua base em São Paulo, Brasil. Foi nesta grande metrópole que Francisco, el Hombre se concretiza definitivamente como banda, batizando o seu género musical de Pachanga Folk, uma combinação de sonoridades tradicionais e regionais latino-americanas, cantadas em espanhol com sotaque brasileiro, português com sotaque latino e inglês à la mexicana. 


As suas produções mais recentes ganham ainda novos temperos com a experimentação de influências como o coco, a cumbia, o maracatu, a salsa, o samba e a ciranda.

Lançaram o seu primeiro EP, “Nudez” em 2013,  disco que iniciou o trajeto de Francisco, el Hombre como banda. Em 2015 lançam o EP, “La Pachanga”, que foi gravado nos estúdios da Red Bull em São Paulo. “SOLTASBRUXA” de 2016 foi o disco revelação da banda, com uma tour internacional com mais de 150 concertos e a nomeação para o Grammy Latino na categoria de Melhor Música em Língua Portuguesa.

A banda lançou em Março de 2019 o novo disco RASGACABEZA. Um disco que é sinónimo de Ruptura, que não é de meios termos, nem de meias palavras. Ora soa freak, ora soa punk, ora soa como tem que soar – fora da caixa das definições pré-estabelecidas – um manifesto que é ao mesmo tempo uma proposta de expurgar vivências, urgências e o que mais estiver entalado na garganta, através de canções.

Se  SOLTASBRUXA (2016), levanta questões sociopolíticas, feministas e de igualdade, RASGACABEZA mantém o discurso latente, mas imerge esse assuntos numa linguagem mais electrónica com timbres retirados de samples, de gravações feitas na estrada e de vídeos com menos de 30 visualizações no YouTube.

Como um vírus que se instalou no sistema (nervoso e criativo), o novo disco retira a leveza do quinteto e adiciona tons mais agressivos e industriais.