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CONAN OSIRIS

PT

Descrito pelo The Guardian como um “para-raios cultural”, CONAN OSIRIS desconcertou os ouvidos nacionais desde a primeira aterragem. Lisboeta e músico autodidata desafiou convenções, SILK (2014), MUSICA NORMAL (2016), e ADORO BOLOS (2017) consolidou-o como uma identidade artística única no panorama português.

Já percorreu os maiores festivais e palcos nacionais, como o Vodafone Paredes de Coura, o Festival Bons Sons e o Theatro Circo, levando também a sua performance a cidades como São Paulo, Berlim, Oslo, Macau, Paris e Barcelona.

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Nos últimos anos, continuou a destacar-se e por múltiplas participações e reencontros. Entre estúdio e palco, somam-se duetos e colaborações com Ana Moura, Nuno Ribeiro, Expresso Transatlântico, Filipe Sambado, Scúru Fitchádu e João Maia Ferreira, além da escrita de letras para Rita Vian e Sérgio Onze. 

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O anúncio-surpresa do terceiro álbum XENONEXO, no final do ano passado, confirmou o percurso imprevisível de CONAN OSIRIS. O novo disco marca mais uma fase da sua evolução artística, depois de ganhar grande destaque em Portugal com “Telemóveis” (2019),

 

apresentada no Festival da Canção e na Eurovision. O exato momento que chamou muita atenção do público e da imprensa, que passaram a analisar tudo o que faz, desde as suas letras, arranjos, figurinos e espetáculo.

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A apresentação do novo trabalho aconteceu na Casa da Música, a 11 de janeiro, com um novo ballet em palco. Fãs e imprensa resumiram o espetáculo numa frase: “PAPOU TUDO!”.

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No álbum XENONEXO, além de “Telemóveis”, aparecem também “Cartomancia” e “Dona Gluteuda”, duas músicas que antes só existiam ao vivo e que agora foram finalmente gravadas em estúdio. Ao mesmo tempo, lançou também MUSICÆ MMXV, um mini-álbum com músicas antigas dos seus primeiros tempos online, incluindo a icónica “QMD”, agora disponíveis nas plataformas de streaming.

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Desde que “aterrou do futuro”, CONAN OSIRIS não parou, e ninguém sabe exatamente o que vem a seguir... Talvez nem ele. 


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PRESS

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Tiago Miranda tem um talento natural para o espectáculo (...), cimentou o seu lugar no panorama musical português com o que terá sido um dos maiores espectáculos nos últimos tempos em território nacional, digno de um qualquer artista pop norte-americano, ajustando, claro, à escala portuguesa. (...) Conan ensinou-nos que as fronteiras também existem para ser quebradas, quer seja através dos múltiplos géneros musicais que aborda, quer seja no seu papel de estrela pop que, ao mesmo tempo que assume a sua posição de adorado, afasta-se de pedestais e pretensiosismos, recebendo carinhosamente o seu público. (...) o autor de Adoro Bolos demonstrou ser um ambicioso visionário pronto para se assumir como o grande artista pop de uma geração. E que falta fazia!…” 

Francisco Couto in Rimas e Batidas - sobre o concerto no Coliseu dos Recreios

 

“Não há hoje quem consiga, como ele, pegar nas raízes da música portuguesa e empurrá-la para o futuro, com todos os contágios inerentes à imparável globalização. A noite desta quinta-feira, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, não marcou só a sua história, marcou um momento único num espaço cultural cada vez mais liberto de amarras e barreiras, que só deixa para trás quem não tira as palas para ver o que se passa à volta.”

Mario Rui Vieira in Blitz

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“Adoro Bolos é uma das mais sólidas, sérias e ambiciosas criações musicais nacionais dos últimos anos. E aposto que o próprio Conan Osiris tem perfeita consciência disso."
Rui Miguel Abreu, in Rimas e Batidas


“O metrónomo não está avariado, os ouvidos não estão entupidos, a noção está lá toda e, no meio de tamanha ousadia, este “Adoro Bolos” ameaça tornar-se o registo musical que melhor nos reflete, neste momento, enquanto habitantes deste retângulo à beira-mar plantado.
Mário Rui Vieira, in Expresso

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"Adoro Bolos chegou de surpresa no final de 2017. Emoções fadistas, via Variações, Bollywood, pista de carrinhos de choque, funaná, hip hop. Romantismo trágico e tiradas de canastrão. Nunca ouvimos nada assim. (…) Na sua música, não é tudo a mesma coisa, mas tudo se conjuga e mistura de forma desconcertante: o humor inesperado e a desolação sentimental, polaroids de quotidiano e introspecção.
Mário Lopes in Público


"Já odiou fado mas hoje tem-no sempre presente na electrónica esquizofrénica que cria. É neste novelo de aparentes contradições que mora um dos mais refrescantes artistas dos últimos tempos e que, sem pretenções ou qualquer tipo de arrogância, começa a afirmar-se como músico de culto nas franjas mais alternativas da música portuguesa." 
Diogo Lopes, in Observador

"Adoro Bolos, editado no final de 2017, equilibra-se entre um humor direto, com tanto de ingénuo quanto de sarcástico, e uma tragédia subliminar, transversal a canções com nomes tão originais quanto “Titanique”, “Celulitite” ou “Nada Nada Nada Nada”, que encontra o eco perfeito na inflexão afasdistada da voz de Osiris.”
Mário Rui Vieira, in Blitz

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