Bandua

PT

BANDUA é o projecto colaborativo entre Tempura the Purple Boy e Edgar Valente onde a música electrónica de downtempo berlinense se encontra com o espírito popular da Beira Baixa.

Bandua agarra no cancioneiro popular da região da Beira Baixa e encara-o com uma reinterpretação folk electrónica à moda do downtempo berlinense. Concebido pelo músico e produtor luso-brasileiro Tempura the Purple Boy e com a participação do cantor e músico português Edgar Valente, Bandua representa a primeira vez em que estas sonoridades, poemas e canções são transformadas num disco melancólico pop eletrônico de língua portuguesa.


Influenciada pelas tradições pagãs e mouriscas, a Beira Baixa é uma região central de Portugal impregnada de cultura milenar com uma história de música folclórica hiper-regionalizada. “Bandua é uma reinterpretação das canções e poemas populares da região, trazendo-as para o mundo moderno”. Explica Addario, “queríamos criar algo novo, sem esquecer de onde vimos”.

 

O disco de estreia de Bandua encontra o seu lar na discográfica Holandesa/Brasileira Frente Bolivarista graças a uma conexão estabelecida através do DJ e produtor português Pedro Martins (que também mixou a maior parte do álbum). Dirigido pelo produtor brasileiro Pigmalião (Daniel Lucas), o selo vem com o objetivo de transcender fronteiras e promover uma grande variedade de estilos musicais, desde o eletrônico ao xamânico, com um ethos que anda de mãos dadas com este projeto revisionista de estilos tradicionais

e belas narrativas folclóricas.

 


PRESS


"O espírito da Beira Baixa desceu até Lisboa para um concerto magnífico, na noite de lançamento do álbum de estreia dos Bandua. Têm tudo para dar certo".
Por Vítor Balenciano em Público

"Bandua é um daqueles disco que escutamos com doses generosas de estranheza e familiaridade, sendo essa a primeira das razões que nos faz voltar uma e outra vez a cada uma das canções. Damos por nós a ouvir algo realmente novo, distinto e intrigante, mas que ao mesmo tempo nos soa familiar, natural e instintivo".
Por João Mineiro em Rimas & Batidas